ENTRE... LIVROS

Fevereiro 22 2011

 

 

  

  

 

MÃE, Valter Hugo – O REMORSO DE BALTAZAR SERAPIÃO

  

Sinopse:

 

Numa Idade Média brutal e miserável, Baltazar Serapião casa com a mulher dos seus sonhos e – tal como pai fizera antes com a mãe e com a vaca, fêmeas irmanadas em condição e estatuto familiar – leva muito a sério a administração da sua educação. Mas o senhor feudal, pondo os olhos na jovem esposa, não desiste de exercer sobre ela os seus direitos... Entregue aos desmandos do poder e do destino, Baltazar será então forçado a seguir por caminhos que o levarão ao encontro da bruxaria, da possessão e, finalmente, do remorso. Vencedor do Prémio Literário José Saramago 2007 / Fundação Círculo de Leitores

 

 

 

 

 

Biografia:

 

Valter Hugo Mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971. Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Vive em Vila do Conde.

Publicou quatro romances: A máquina de fazer espanhóis (2010) O apocalipse dos trabalhadores (2008), O remorso de Baltazar Serapião, vencedor do Prémio José Saramago (2006) e  O nosso reino (2004).

A sua obra poética está revista e reunida no volume contabilidade (Objectiva/Alfaguara, 2010).

É autor dos livros para os mais novos: O rosto (Agosto 2010), As mais belas coisas do mundo (Agosto 2010), A verdadeira história dos pássaros (2009) e A história do homem calado (2009).

Escreve a crónica Autobiografia imaginária no Jornal de Letras.

Valter Hugo Mãe é vocalista do grupo musical Governo e esporadicamente dedica-se às artes plásticas.

Letrista dos músicos/projectos Mundo Cão, Paulo Praça, Indignu, Frei Fado Del’Rei, Blandino e Eliana Castro.

Recebeu, em 2009, o troféu Figura do Futuro, atribuído pelo Correio da Manhã.

Recebeu, em 2010, a Pena de Camilo Castelo Branco.

Em 2010 recebeu a Medalha de Mérito Singular de Vila do Conde.

publicado por Biblioteca às 08:20

Fevereiro 14 2011

  

Cupido

 

O mais famoso dos símbolos de São Valentim é o menino que dispara flechas de amor ao coração.

É ilustrado como um menino que voa, armado com um arco e uma flecha.

As flechas significam desejos, emoções e amor e são disparadas contra deuses e humanos, fazendo com que se apaixonem profundamente.

Na Grécia Antiga, era conhecido como Eros, filho de Afrodite, a deusa do amor e da beleza.

No tempo dos romanos, ganhou o nome de Cupido, e a sua mãe era Vénus. 

 

Banda sonora para o dia dos afectos:

 http://www.youtube.com/watch?v=WdVV4Gh1xd8

 

Clã – Problema de Expressão.

 

E a letra:

Só pra dizer que te amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.

Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.

Só pra dizer que te Amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.

E até nos momentos em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.

E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
Pra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.

 

 

Cartas de amor, de Fernando Pessoa,  ditas por Bethania

 

 

 

 

 

 

publicado por Biblioteca às 10:29

Fevereiro 08 2011

 

Hoje, dia 8 de Fevereiro comemora-se o Dia Europeu da Internet Segura, este ano, subordinado ao lema:

"É mais do que um jogo. É a tua vida."

   

O que é o Dia da Internet Segura?

  


O Dia da Internet Segura é uma iniciativa da Comissão Europeia e do INSAFE, uma rede de organizações nacionais que coordenam projectos de sensibilização para a segurança da Internet em toda a Europa. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Biblioteca às 14:07

Fevereiro 08 2011

publicado por Biblioteca às 09:02

Fevereiro 01 2011

Hoje propomos-te uma nova história do cancioneiro tradicional português: a NAU CATRINETA.

Ouve-a, cantada por Fausto.

 

publicado por Biblioteca às 08:06

Blog da Biblioteca da Escola Secundária c/ 2º e 3º Ciclos D.João V
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