ENTRE... LIVROS

Maio 23 2011

 

Teatro a Barraca – Cinearte (Lg. de Santos, nº2- Lisboa)

“TERÇAS A LER ” – Projecto de incentivo à leitura e reencontro com autores portugueses do séc. XX, concebido por Mª do Céu Guerra – Teatro “A Barraca”

Nas primeiras e segundas terças-feiras de cada mês, às 19h, durante menos de 90 minutos, o Teatro A Barraca dinamiza a leitura em Lisboa, num itinerário que reúne muitos e bons autores portugueses contemporâneos, em sessões gratuitas.

Destacámos do programa as ofertas de Maio e Junho:

MAIO

 3 de Maio.  Cartas de Cesariny e Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes - Correspondência
10 de Maio.  Carlos Mota d’Oliveira O Poeta ao Sul (com presença do poeta) - Poesia
17 de Maio.  Seara de Vento - Ficção,  Manuel da Fonseca
24 de Maio.  O Homem que se Arranjou - Teatro,  Ramada Curto 

 

JUNHO


  7 de Junho.  Adolfo Casais Monteiro - Correspondência familiar
14 de Junho.  O Feminino em Pessoa – com a participação de João D’Ávila - Poesia
21 de Junho.  O Senhor Ventura - Ficção,  Miguel Torga
28 de Junho.  Gladiadores - Teatro,  Alfredo Cortez

publicado por Biblioteca às 15:08

Maio 16 2011

O escritor e cronista Manuel António Pina ganhou na quinta-feira (12 de Maio) o Prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa.

A distinção, justificada pela "inventividade e originalidade" da obra, foi atribuída por unanimidade do júri reunido no Rio de Janeiro.

Prémio Camões, foi criado em 1989 por Portugal e pelo Brasil para distinguir um escritor cuja obra tenha contribuído para a projecção e reconhecimento da língua portuguesa.

Desde essa data foram laureados dez portugueses nove brasileiros, um moçambicano, um cabo-verdiano e dois angolanos.

 

Biografia:

Manuel António Pina, tem 67 anos, nasceu na Beira Alta,  e é licenciado em Direito.
Trabalha como jornalista para além de ser poeta, autor de livros infantis e tradutor.  

Na literatura infantil reúne as seguintes obras: O País das Pessoas de Pernas para o Ar (1973), O Têpluquê (1976), Os Dois Ladrões (1983), O Pássaro da Cabeça (1983), Histórias com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas (1984), O Inventão (Prémio Gulbenkian: Melhor Livro Publicado em Portugal em 1986-1987), O Tesouro (1993), O Meu Rio é de Ouro (1995), Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (2000), entre outras.  

Publicou também os volumes de poesia Ainda Não é o Fim nem o Princípio do Mundo Calma é Apenas um Pouco Tarde, Aquele que Quer Morrer (1978, Prémio Casa da Imprensa), A Lâmpada do Quarto? A Criança? (1981), Nenhum Sítio (1984), O Caminho de Casa (1988), Um Sítio Onde Pousar a Cabeça (1991), Algo Parecido com Isto da Mesma Substância (Poesia reunida, 1974-1992) (1992), Farewell happy fields (1993), Cuidados Intensivos (1994), O Anacronista (1994, Prémio Nacional de Crónica Press Club/Clube de Jornalistas), Aniki-Bobó (1997).  

Está traduzido em castelhano, dinamarquês, francês, galego e inglês.

 

 Parabéns ao laureado!

publicado por Biblioteca às 23:19

Maio 14 2011

 

2º Período

      Posição

Nome

Ano/Turma

1

Cátia Maia

8ºAED / Nº 2

2

Ana Luísa Rocha

9º2 /Nº 2

3

Ruben Filipe e Iliana Fortes

5º4 /Nº 11 - 7º3/ Nº11

 

 

 

 

 

 

 

 

Parabéns a estes alunos.

Ler sempre!

 

 

publicado por Biblioteca às 15:44

Maio 09 2011

Título:  Nação Crioula

 

 Autor: José Eduardo Agualusa

 

 

 

 

Sinopse:

 

Nação Crioula conta a história de um amor secreto: a misteriosa ligação entre o aventureiro português Carlos Fradique Mendes – cuja correspondência Eça de Queiroz recolheu – e Ana Olímpia Vaz de Caminha, que, tendo nascido escrava, foi uma das pessoas mais ricas e poderosas de Angola.

Nos fins do século XIX, em Luanda, Lisboa, Paris e Rio de Janeiro, misturam-se personalidades históricas do movimento abolicionista, escravos e escravocratas, lutadores de capoeira, pistoleiros a soldo, demiurgos, numa luta mortal por um mundo novo.

 

 

 

 

Biografia:

José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960.

Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa. É jornalista. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim.

É autor dos livros A Conjura (romance, 1988), Prémio Revelação Sonangol, A Feira dos Assombrados (contos, 1992), Estação das Chuvas (romance, 1996), Nação Crioula (romance, 1998), Grande Prémio de Literatura RTP, Fronteiras Perdidas (contos, 1999), Grande Prémio de Conto da APE, A Substância do Amor e Outras Crónicas (crónica, 2000), Estranhões e Bizarrocos, com Henrique Cayatte, (infantil, 2000), Prémio Nacional de Ilustração e Grande Prémio de Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, Um Estranho em Goa (romance, 2000), O Ano Que Zumbi Tomou o Rio (romance, 2002), O Homem Que Parecia Um Domingo (contos, 2002), Catálogo de Sombras (contos, 2003) e O Vendedor de Passados (romance, 2004).

As suas obras estão traduzidas para diversas línguas.

 

 

 

 

 

 

publicado por Biblioteca às 18:18

Maio 08 2011

Até 15 de Maio, viva a leitura no Parque Eduardo VII!

 

Debates, apresentações, lançamentos e sessões de autógrafos

marcam a programação da 81ª Feira do Livro de Lisboa,

que oferece um horário alargado:

 

De Segunda a Sexta-feira a Feira abre às 12h30,

Sábado e ao Domingo, às 11h00.

O encerramento é às 23h00, de Domingo a Quinta-feira,

e às 24h00 à Sexta-feira e Sábado.

 

Participa nesta grande festa do Livro e da Leitura!

 

 

Aproveita as vantagens da Feira do Livro:

  • Os descontos feitos pelas editoras em inúmeros livros;
  • Animação cultural;
  •  “Happy Hour”, altura do dia em que todos os livros fora dos 18 meses de preço fixo estarão à venda com um desconto de 50%, de 2ª a 5ª feira das 22h às 23h.
  • Concertos, debates e iniciativas para os mais novos;
  • Jazz ao final da tarde às quintas e sextas-feiras;
  • Sessões de autógrafos pelos autores

                   http://www.feiradolivrodelisboa.pt/

 

publicado por Biblioteca às 20:53

Maio 01 2011

HOJE  É  DIA  DA  MÃE !

 

publicado por Biblioteca às 10:15

Maio 01 2011

                                                                                  

 

História do dia do trabalhador

 

No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, numa manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho.

A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.

Contudo, os trabalhadores não desistiram, uma vez que todos achavam que eram demasiadas as horas diárias de trabalho.

Por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos. O  resultado desta segunda manifestação foi a prisão de trabalhadores, alguns condenados  a prisão perpétua e a execução de quatro deles. 

A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a constituir novo júri, em 1888.

Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os três presos.

Em 1889, o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.

Mais de um século passado, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.

 

publicado por Biblioteca às 10:15

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