"E, depois de escutar a história de Umar, conviver com Safiya e conhecer aquele lado de Mustafa, convenceu-se mais ainda sobre isso. Afinal, eram pessoas com múltiplas emoções e perspetivas, todas elas diferentes, unificadas pela crença em Deus. E era esse o grande traço de separação, a crença." Num mundo onde os valores morais são postos à prova diariamente, vive Fatumata, adolescente nascida e criada no seio de uma família de muçulmanos, cujas tradições lhe estão marcadas a ferro e fogo no corpo e que vê a sua inocência ser-lhe arrancada da alma, impotente. É na sua crença que vai encontrar a força para escolher um novo caminho para percorrer. Esta é a história do amor, da fé, da vontade e da perseverança, contada pela voz de alguém que acredita.
O Autor
Isaac Jaló é um jovem escritor, de 22 anos de idade, identifica-se como um indivíduo que, através da arte, tenta advogar em prol de um mundo melhor. Alma Perdida foi o seu primeiro livro publicado.
És corajoso(a) e gostas de boas leituras? Arrepios e calafrios deixam-te cool? Então vem à biblioteca no dia 30 de outubro, e mostra que tens os esqueletos bem arrumados no armário!
Na Biblioteca existe um elixir que favorece a concentração e a empatia, aumenta a imaginação e desenvolve o cérebro. Vem experimentá-lo neste dia da magia na biblioteca.
Um livro para te enfeitiçarespera por ti na biblioteca.
Isaac Jaló veio falar-nos do seu livro, Islâmicos 14:38, e do seu percurso de vida.
Com a presença de mais de 150 alunos, Isaac falou-nos do seu romance que tem Lisboa como palco, que entre diversos temas de preocupação social, aborda, por base, o islamismo e acaba por envolver, com bastante realce, outros temas de atenção social tais como, a Mutilação Genital Feminina; fenómeno que vitima 200 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo.
Em Portugal, que acolhe muitas famílias sobretudo oriundas da Guiné-Bissau e da Guiné-Conacri, “estima-se que cerca de 6576 raparigas e mulheres com mais de 15 anos de idade tenham sido submetidas a esta prática”
Contrariamente a alguma opinião popular, a origem do Halloween pouco tem a ver com os Estados Unidos.
Foi há cerca de uns 2000 anos atrás que o povo celta de França e das Ilhas Britânicas começou com a tradição do Halloween.
Para esses povos o último dia de Outubro era comemorado como o feriado de Samhain, pois era considerado como o último dia de Verão e o início do Ano Novo Céltico.
Essa comemoração celebrava também outros aspectos da sociedade de então, tais como o final da última colheita do ano, o início do armazenamento de alimentos para o inverno, o retorno dos rebanhos dos pastos e o período de renovação das suas leis. Esse feriado era também conhecido como La Samon e como Festa do Sol.
Curiosamente o nome que perdurou até hoje foi o nome usado pelos escoceses, ou seja, Hallowe’en.
A principal lenda celta ligada a esta festividade, relatava que naquele dia todos os espíritos das pessoas que haviam morrido durante esse ano, voltariam em busca de corpos vivos para os possuírem e assim viverem no ano seguinte.
Esta crença tinha por base o facto do povo celta acreditar em todas as leis de espaço e tempo, pelo que achavam que era permitido que os mundos dos vivos e dos mortos se misturassem um com o outro, até porque, para eles, era considerada como a única forma de existência de vida após a morte.
Mas, como é natural, os vivos não queriam ser possuídos pelos espíritos dos mortos e assim, quando chegava a noite do dia 31 de Outubro, apagavam as tochas e as fogueiras das suas casa para que elas se tornassem frias e desconfortáveis e vestiam fantasias para de seguida desfilarem de forma ruidosa pelas ruas, sendo tão destrutivos quanto possível, com o único intuito de assustarem os espíritos que buscavam corpos para possuir.
O povo romano chegou a adoptar esta prática celta, mas cerca de um século depois de Cristo acabaram por a abandonar.
A designação de “Dia das Bruxas” nasceu nos Estados Unidos, quando em 1840 os costumes do Halloween foram para lá levados pelos emigrantes irlandeses.
A engraçada brincadeira de “doces ou travessuras” foi adaptada de um costume europeu do século IX, chamado de “souling” (almejar).
Os cristãos tinham o hábito de, no feriado religioso de 2 de novembro, conhecido como o Dia de Todos os Santos ou Dia das Almas, andarem de terra em terra a pedir “soul cakes”, (bolos de alma), que nada mais eram que pequenos quadrados de pão com groselha. E para cada bolo de alma oferecido, a pessoa que o recebia rezava uma oração por um familiar morto do doador. E porque se fazia isto? Porque se acreditava que com esta prática as almas que ainda permaneciam no limbo eram ajudadas a ir para o céu.
Um dos outros hábitos do Halloween e provavelmente o seu maior símbolo actual, é a abóbora com uma vela acesa no seu interior. Acredita-se que esta imagem teve origem no folclore irlandês e na história de Jack-O’-Lantern, embora na história original se usem nabos e não abóboras.
Também não há Halloween sem referência às bruxas. A sua relação com ele é fortíssima. Reza a lenda que as bruxas tinham duas reuniões festivas anuais: a primeira no dia 30 de Abril e a segunda no dia 31 de Outubro.
Chegavam ao local da festa em vassouras voadoras, transformavam-se em outros seres e atiravam feitiços e maldições às pessoas. Tudo isto causava um alvoroço enorme.
Era comum acreditar que quem quisesse ter contacto com uma bruxa deveria vestir a roupa do avesso e caminhar de costas durante a noite de Halloween. Se cumprisse com isso, quando chegasse a meia-noite apareceria uma bruxa.
Hoje em dia são as crianças e adolescentes quem mais usufrui do Halloween. Com a ajuda dos pais e amigos, vestem fantasias mais ou menos assustadoras e andam de porta em porta na vizinhança a exclamar a célebre frase “doçura ou travessura”. E lá terminam a noite de 31 de Outubro com sacos e cestas recheadas de chocolates, rebuçados e outras guloseimas.
A Direção-Geral da Educação divulga as orientações curriculares para as TIC -1.º ciclo, um documento que, desde a sua génese, teve o contributo dos Centros de Competência TIC, a saber, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, Universidade do Minho, Universidade de Aveiro, Softciências, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, EDUCOM, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal e Universidade de Évora.
O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, enquadra as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) como áreas de integração curricular transversal no 1.º Ciclo do Ensino Básico, potenciadas pela dimensão globalizante deste nível de ensino. Nesta medida, este documento curricular visa desenvolver um conjunto comum de competências de natureza multidisciplinar, criando contextos relevantes e significativos, articulados com as componentes do currículo, bem como com as capacidades e atitudes previstas noPerfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Referência: Orientações Curriculares para as TIC no 1.º CEB | ERTE. (2018). Erte.dge.mec.pt. Retrieved 1 October 2018, from http://erte.dge.mec.pt/noticias/orientacoes-curriculares-para-tic-no-1o-ceb
A equipa da BE deseja a todos um excelente ano letivo e votos de que o regresso à escola seja um momento de alegria, o reencontro com velhos amigos, o iniciar de novas amizades, a vontade de aprender e crescer em harmonia e com sucesso.
O nosso objectivo continuará a ser a dinamização da BE, tornando-a num espaço vivo, dinâmico, de convergência de toda a Escola, de modo a que toda a comunidade escolar o sinta verdadeiramente como seu.
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A Rádio ZigZag é uma rádio online, infantil, do grupo RTP. Com transmissão diária, 24h. Tem programas, locuções e música, como se fosse uma rádio de "crescidos", mas para crianças.
Pode ser ouvida online, numa transmissão linear, como qualquer outra rádio. Oiça-a aqui
Algumas rubricas são já utilizadas em contexto escolar, em sala de aula e nas bibliotecas escolares.
Inclui na programação mais de 60 conteúdos, de várias áreas.Pode explorá-los.
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O vencedor do Prémio Camões 2018 é o escritor cabo-verdiano Germano Almeida. O escritor, que nasceu na ilha da Boavista em 1945, tem a sua obra publicada em Portugal pela editora Caminho, que em breve editará o seu mais recente romance, O Fiel Defunto. Estreou-se como contista no início da década de 80 e o seu primeiro romance, O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo, teve os direitos vendidos para vários países e foi adaptado ao cinema por Francisco Manso.
Criado por Portugal e pelo Brasil em 1989, o Prémio Camões tem um valor de 100 mil euros e é a mais importante consagração literária da língua portuguesa.
Portugal inaugurou o prémio com Miguel Torga (1989) e viu-o contemplar mais 11 autores: Vergílio Ferreira (1992), José Saramago (1995), Eduardo Lourenço (1996), Sophia de Mello Breyner Andresen (1999), Eugénio de Andrade (2001), Maria Velho da Costa (2002), Agustina Bessa-Luís (2004), António Lobo Antunes (2007), Manuel António Pina (2011), Hélia Correia (2015) e o já referido Manuel Alegre (2017). (...)
O Dia da Europa, observado a 9 de Maio de cada ano, marca a apresentação da Declaração de Schuman, em 1950, que propunha a criação de uma Comunidade do Carvão e do Aço Europeia, precursora da atual União Europeia.
A ideia da comunidade era que os membros fundadores – França, Alemanha, Itália, Holanda, Bélgica e Luxemburgo – unissem esforços e recursos inerentes ao comércio do carvão e do aço para criar um mercado comum ao serviço do seus interesses, ganhando assim direitos de importação e de exportação.
O objetivo, em grande parte puramente económico, foi traçado e defendido pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman, de origem luxemburguesa, cinco anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Mas este projeto estava igualmente dotado de ambições políticas. A ideia era reunir os diferentes agentes económicos da França e da Alemanha para reduzir o risco de conflitos no futuro.
Na declaração lê-se: “A solidariedade de produção assim alcançada deixa claro que qualquer guerra entre a França e a Alemanha se torna não só impensável como também materialmente impossível.”
O tratado que rege a comunidade foi assinado em Paris em 1951 e entrou em vigor no ano seguinte.
O projeto inicial permitiu aprofundar a integração económica desses países e criar depois a Comunidade Económica Europeia, com a assinatura do Tratado de Roma em 1958.
O Acto Único Europeu de 1985 fixou o objectivo de criar um único mercado comum, enquanto o Tratado de Maastricht em 1992 viu o nascimento da União Europeia, em seguida, com 12 países, definindo o caminho para a atual União Económica e Monetária.